Enfim, chegamos ao final do curso, onde pudemos contribuir, somar e aprender a utilizar da melhor maneira as mídias de forma pedagógica, melhorando e ampliando o espaço de aprendizagem dos nossos educandos.
Um abraço a todos os colegas, e agradeço ao nosso tutor e aos colegas que nos ajudaram nesse curso, pois sem a ajuda e orientação desses seria mais difícil chegar até aqui.
Até a próxima!
sábado, 17 de setembro de 2011
4.4 Planejando a Produção de um Documento Multimídia – Relato do seu Projeto Pedagógico
O projeto Folcloreando na Escola tem por finalidade valorizar a cultura do povo brasileiro, através de tradições folclóricas: cantigas de roda, parlendas, trava-linguas, crendices, provérbios, lendas e piadas.
O grupo documentou todo o projeto através de imagens, vídeos e pôsteres no qual foram compilados para criação de um vídeo focando pesquisas e apresentações culturais.
Durante todo o processo de ensino-aprendizagem avaliamos os alunos com relação às habilidades de leitura, escrita e oralidade, além é claro da participação em grupo.
Professores: Joice de Lara, Marlon Gonçalves, Bianca Souza, Marina Teixeira e Litza de Lara.
4.3 Leitura, Reflexão e Discussão Sobre Mídia-educação
As tecnologias educacionais nos dias atuais não podem estar desvinculadas à sala de aula, pois elas já fazem parte do cotidiano dos alunos. Dessa forma, estar atento e atualizado com essas mídias é estar um passo à frente na educação.
4.2 Navegando por Vídeos e Outras Mídias
Ao visitar o site portal do professor, ficamos encantados que o mesmo proporciona aos professores inúmeras informações digitais como: sugestões de aulas, material em vídeo, som e imagem, Jornal do professor e links que facilitam a nossa prática pedagógica.
4.1 Conhecendo Objetos em Multimídia
O nosso grupo já conhecia arte digital, embora não utilizamos na nossa prática pedagógica, por não dominar tais ferramentas e principalmente porque na nossa escola não temos um laboratório de tecnologia. Estamos num processo de aprendizagem, acreditamos que a inclusão digital aprimorar e facilita os nossos conhecimentos. A nosso ver a arte digital trabalha ritmo e som, propondo o individuo a conexão de corpo e mente.
3.5 Conceito de Currículo e o Processo de Integração de Tecnologia ao Currículo
Entendemos que currículo são as disciplinas de um curso escolar, que envolvem metodologias que deverão ser utilizadas para que o mesmo seja cumprido como foi programado.
Uma das formas de se trabalhar o currículo é utilizando projetos de aprendizagem, ampliando desta forma seu conhecimento.
Dentre as várias contribuições que a tecnologia oferece, podemos citar: articulação entre disciplinas e mídias digitais, através da busca, seleção e produção de novas informações; levando em conta o interesse e as preferências de aprendizagem dos alunos. Ao usar as tecnologias, o professor deixará de ser um transmissor de informações e se tornará um mediador entre alunos e o conhecimento.
Cursistas: Bianca, Joice, Litza, Marina e Marlon.
3.3 Projetos de Trabalho em Sala de Aula Com a Integração de Tecnologias no Currículo
Escola Municipal João Batista Pacheco
Projeto: Folcloreando na Escola
Justificativa:
Este projeto tem por finalidade valorizar a cultura do povo brasileiro, através das tradições folclóricas.
Objetivos:
- Respeitar e valorizar a diversidade e riqueza do folclore brasileiro.
- Compreender o significado do folclore como expressão de herança histórica e cultural de um povo.
Público alvo:
- Alunos do 1° ao 5° ano dos períodos matutino e vespertino.
Conteúdo:
- Folcore: Cantigas de roda, parlendas, trava línguas, crendices, provérbios, lendas e piadas.
Metodologias:
- Aula expositiva: conceito e origem da palavra folclore.
- Aula audiovisual: cantigas de roda e brincadeiras.
- Pesquisar na internet: piadas, lendas, crendices, parlendas, trava línguas e provérbios.
- Fazer anotações no caderno.
- Digitar as pesquisas no Word.
- Utilizar o Google Tradutor para verter as piadas da língua portuguesa para a língua inglesa.
- Utilizar o Google Imagens para auxiliar na compreensão das manifestações folclóricas.
- Organizar as apresentações dos trabalhos realizados pelos alunos.
Culminância:
Apresentações culturais:
- Músicas.
- Leituras de: trava línguas, parlendas, crendices e provérbios.
- Dramatizações de piadas.
- Exposição oral de lendas com auxílio de cartazes.
Tempo previsto:
04 h/a de 60 minutos por turma.
Obs: 2 h/a semanais. (08 a 19 de Agosto de 2011)
Recursos:
- Humanos: professores e alunos.
- Materiais: caderno, lápis, borracha, caneta, internet, microfone, caixa de som, cartolinas, CDs, aparelho de som, cola e tesouras.
- Físicos: salas de aula, sala de informática e pátio da escola.
Bibliografia:
- Folclore Brasileiro. O que é folclore? Algumas lendas, mitos e contos folclóricos do Brasil. Disponível no link HTTP://www.suapesquisa.com/folclorebrasileiro/folclore.htm
- Site Portal do Professor.
- WWW.piadasnet.com
Avaliação:
Os alunos serão avaliados durante todo o processo ensino-aprendizagem com relação às habilidades de leitura, escrita e oralidade, além é claro da participação em grupo.
Relato do projeto:
A aula expositiva foi interessante, pois houve diálogo entre professor-aluno. Os alunos foram informados pela professora que a palavra folclore é de origem inglesa, a partir dessa informação cada aluno procurou dar exemplos e conceituar: O que é folclore?
A aula audiovisual foi dinâmica, pois os alunos dos 1°s anos divertiram-se ao cantar as cantigas do cotidiano escolar e familiar no pátio da escola. Outro detalhe que prendeu a atenção dos alunos foram as brincadeiras, tais como: amarelinha, cabra-cega, passa anel, dança da cadeira, esconde-esconde entre outras.
Com relação às aulas de pesquisa na sala de informática é um momento de buscar e conhecer novas informações que estimulam o aprendizado, pois há várias ferramentas que tornam a aula agradável: Web, Google tradutor, Google imagens, Paint, Power Point e Jogos educativos. É necessário ressaltar a dificuldade em trabalhar com poucos computadores funcionando, normalmente ficam de três a quatro alunos por computador.
Já as apresentações culturais focaram a oralidade, a leitura e a caracterização dos alunos nas dramatizações das piadas e das cantigas. Destacamos que essas apresentações foram feitas em sala de aula, com exceção das cantigas de roda.
Professores: Bianca Silva de Souza
Joice de Lara Ferreira
Litza de Lara Ferreira Rodrigues
Marina da Conceição Teixeira
Marlon Gonçalves
3.2 Contextualizando a Mudança - Da Teoria à Prática
Para desenvolver o Projeto: Folcloreando na Escola, decidimos dividir por turma as tradições folclóricas.
*1° ano: Cantigas de roda e brincadeiras infantis. (O cravo brigou com a Rosa, Ciranda Cirandinha, Marcha Soldado...cabra cega, amarelinha, dança da cadeira entre outras).
*2° ano: Parlendas e trava línguas.
*3° ano: Crendices e provérbios.
*4° ano: Lendas.
*5° ano: Piadas.
Os alunos divididos em cada turma deverão fazer a pesquisa com uso da internet, fazer anotações no caderno e digitações.
Para trabalhar a Língua Inglesa utilizar o Google tradutor: a origem e o significado da palavra Folclore.
Utilizar o Google imagens para fazer releituras.
Utilizar o Google web para fazer as pesquisas. Após a pesquisa, cada turma irá se organizar para a apresentação.
Os recursos utilizados nesta atividade são: caderno, lápis, borracha, internet, microfone e caixa de som.
Queremos destacar nesta atividade além da participação na oralidade e escrita, que a mesma proporciona um momento de lazer e diversão entre os alunos e professores.Professores: Bianca Silva de Souza
Joice de Lara Ferreira
Litza de Lara Ferreira Rodrigues
Marina da Conceição Teixeira
Marlon Gonçalves
3.1 Contextualizando a Mudança
Construimos a nossa prática pedagógica com trocas de experiências, onde o aprendizado é recíproco, um em menor e outro em maior escala. Devemos dar oportunidades para o aluno estar inserido na construção do espaço de conhecimento, onde o aluno ativo desenvolve melhor suas potencialidades.
2.11 Navegando pela Wikipédia e pelo Wikcionário
Navegar pelo Wikcionário... Procurar alguns verbetes típicos da região onde você mora.
2.10 Visitando a Wikipédia
Visitar o site da Wikipédia , conhecer alguns verbetes, se cadastrar no site e inserir alguns verbetes utilizado na região onde mora e seus significados.
2.8 Registro digital da experiência - o hipertexto
Jornal na Escola.
A aula ministrada para alunos do 5° ano vespertino, jornal na escola, com intuito de proporcionar: conhecimento, momento com os pais, desenvolver a oralidade, a escrita e o senso crítico dos alunos ocorreu de forma eficaz.
No primeiro momentos os alunos se organizaram para fazer a apresentação usando o microfone, alguns ficaram envergonhados, mas com o decorrer da atividade foram se soltando e fizeram uma ótima apresentação.
Cada aluno buscou uma notícia na televisão, debateu com os pais sobre o assunto e melhorou a pesquisa com uso da internet (buscando as últimas notícias).
A maioria dos alunos apresentaram um ótimo desenvolvimento na oralidade e 100 % dos alunos pediram para apresentar novamente no término da atividade, ainda no decorrer era notável a atenção de todos em relação ao que o colega estava falando.
Os alunos tiveram uma aula dinâmica, produtiva e o aprendizado foi eficaz.
Cursistas: Marlon Gonçalves e Bianca Souza
2.7 Atividade Prática Pedgógica
Esta atividade refere-se à prática planejada anteriormente.
2.6 Planejando uma atividade com hipertexto ou internet
Objetivos:
- Desenvolver a oralidade e a escrita;
- Propiciar momentos de aprendizagem com a família;
- Despertar interesse por noticiários.
Público Alvo:
- Ensino Fundamental - Séries Iniciais
Metodologia:
- Assistir a um telejornal juntamente com os pais, observando:
* Jornal que assistiu;
* Horário que assistiu e nome do repórter;
* Notícia mais interessante, em sua opinião;
- Anotar uma notícia, fazendo um breve resumo sem esquecer de anotar o canal, o horário e o nome da (o) repórter;
- Utilizar a internet como fonte de pesquisa;
- Colocar a sua opinião sobre o assunto;
- Apresentar a notícia para a turma, como em um telejornal.
Recursos
- Computador;
- Televisão;
- Caixa de som;
- Microfone;
- Caderno;
- Lápis;
- Borracha.
Avaliação
- Relatório e apresentação da notícia para a turma.
Cursistas: Marlon Gonçalves e Bianca Souza
2.5 Criando um portfólio em hipertexto, o seu hiper-portfólio
O objetivo dessa atividade é criar um portfólio em hipertexto que reunisse tudo o que já produzimos no curso até agora.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
2.4 Conceituando Hipertexto Coletivamente
Lendo algumas postagens dos colegas, concordo com a colega Zenaide Quintana, onde ela diz que “o hipertexto é um documento eletrônico composto de nós ou unidades textuais interconectadas que formam uma rede de estrutura não-linear. As palavras destacadas ou sublinhadas nestes blocos textuais desempenham a função de botões que conectam outras fontes. Navegando entre esses nós, o leitor vai criando suas próprias opções e trajetórias de leitura, rompendo o domínio tradicional de um esquema rígido de leitura imposto pelo autor”. Dessa forma, a navegação se torna mais enriquecida, como o comentário do colega Celso Gonçalves: “quando é possível a ligação entre outros textos já existentes referentes ao mesmo assunto o trabalho se torna prazeroso e desperta curiosidade ...”
2.3 Conceituando Hipertexto Individualmente
Em resumo, hipertexto é um texto não-linear, sem ponto fixo de entrada e de saída, sempre expansível e literalmente sem limite. Em hipertexto, os comentários dos leitores podem se incorporar ao texto original, como links, de modo que, em um texto pode haver informações sobre diversos asuntos, onde o leitor tem a opção de navegar por quais achar relevantes. Nosso uso de enciclopédias em formato digital é um bom exemplo inicial do que é esse o hipertexto.
Segundo Ramal (2002), hipertexto é a apresentação de informações através de uma rede de nós interconectadas por links que pode ser navegada livremente pelo leitor de um modo não linear. De acordo com Lévy (1993), o hipertexto ou a multimídia interativa adéquam-se particularmente aos usos educativos. É fundamental o envolvimento pessoal do aluno no processo de aprendizagem, quanto mais atividade o aluno participar mais aquisição de conhecimento terá e conseqüentemente mais irá integrar aquilo que aprende, Permite uma revolução na prática da leitura e escrita tradicionais.
Fonte: Wikipédia
Fonte: Wikipédia
2.2 Navegando em Busca do Conceito Hipertexto
Ao fazer a minha busca no Google com chave “o que é hipertexto?”, foram listadas aproximadamente 515 mil resultados, indicando uma infinidade de informações sobre o tema. A experiência de navegar em hipertexto foi enriquecedora. Clicando nos links durante a leitura obtive acesso a diversas informações sobre o conceito de hipertexto, o que enriqueceu e facilitou minha pesquisa sobre o tema. Não me perdi durante a leitura, pois clicando na seta que há na barra de ferramentas do navegador,consegui retornar com facilidade .Sem dúvida navegar em hipertexto é um fator de motivação para todos, pois aumenta o nosso nível de conhecimento com o texto, exigido uma maior concentração e engajamento com o material a ser explorado.Os links nos facilitam e dá oportunidade de melhor entendimento sobre os assuntos. No meu ponto de vista, o professor deve utilizar o hipertexto como ferramenta na educação impulsionando o aluno à pesquisa e à produção textual. A internet está presente em nossa vida, mas muitas pessoas ainda resistem a ela. Eu como já tenho facilidade no acesso, não senti dificuldades, mas muitas pessoas sentem e resistem. O navegador deve ser curioso e sempre buscar mais aprendizado nessa era digital, sem medo de errar.
2.1 Navegação em Hipertexto
Esta atividade propõe que cada cursista navegue em hipertextos e, em seguida, troque impressões com seu colega de dupla.
OBS. Não é preciso postar nada.
OBS. Não é preciso postar nada.
1.6 Webquest: Informática e Projetos de Aprendizagem
Depois de analisarmos os projetos propostos, percebemos que trabalhar com projetos oferece inúmeros benefícios tanto aos alunos quanto aos professores. Trabalhar com projetos aumenta a participação dos alunos, reduz a evasão escolar, estimula a capacidade de aprendizagem cooperativa e melhora o desempenho escolar. Com as Webquest’s podemos construir conhecimentos de forma colaborativa.
1.3 Novas Tecnologias na Escola
A escola ainda necessita se preparar melhor para o surgimento das novas tecnologias, tornando-se menos lecionadora, e sendo organizadora de conhecimentos. O espaço do conhecimento vem se multiplicando com as novas tecnologias, e a escola tem que exercer o papel de articuladora nesse processo. O volume de informações e a rapidez com que ela chega é muito grande. O problema é selecionar essas informações de maneira que possa nos trazer algo significativo. Nós professores precisamos aprender a utilizar essa tecnologia que vem chegando na escola, não apenas com o intuito de ensinar, mas de levar conhecimento e dar autonomia para o aluno buscar as informações. O aluno necessita aprender na escola como ter acesso a essas informações.
Assista ao vídeo da entrevista do Prof. Dr. Ladslau Dowbor, sobre "Educação e Tecnologia":
Assista ao vídeo da entrevista do Prof. Dr. Ladslau Dowbor, sobre "Educação e Tecnologia":
1.2 Quem sou como Professor e Aprendiz?
Ser professor hoje é um desafio. Exige muita dedicação, muito estudo, além da constante busca pelo aperfeiçoamento, pois precisamos buscar novos saberes e produzir cada vez mais conhecimento através da nossa realidade. Nesse contexto eu preciso ser um professor criativo e persistente, para buscar incessantemente as informações, e ajudar o aluno a selecionar essas informações e transformá-las em conhecimento, despertando a curiosidade deles. Sempre há espaços para aprender com os alunos e colegas, e as formas de ensinar são flexíveis, podendo ser alteradas de acordo com as necessidades. É dessa forma que faço meu trabalho como educador, buscando sempre me aperfeiçoar, e aberto para aprender com alunos e outros professores.
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